arquivo

Arquivo mensal: novembro 2010

Âncora de mares profundos
Ternura que brota do silêncio
Amigos que nunca se foram
Presentes de cada momento
Caminho sem muitos atalhos
Verdades que brotam do coração
Aprender a olhar nos olhos e seguir
Acordar e saber por os pés no chão
Errar e não saber acertar
Tentar, tentar e tentar
Espontâneo momento para ouvir
Aprender quando devo falar
E no início era difícil parar no fim
Acertar e não saber errar
Admitir e reconhecer em mim
Coisas que aprendi a falar
Uma parte de tudo que vivi
Silenciar é diferente de calar
Eu precisava por um momento
Encontrar as palavras certas
Ser o meu reflexo novamente
E me reconhecer em cada contorno
Completo mais uma volta
E volto a ser novo de novo

Anúncios