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Arquivo mensal: julho 2011

Já me faltaram palavras
Faltaram folhas pra pensar
Rabisquei nos pensamentos
Rascunhei sem escrever
Certo de que sabia o que não deveria dizer

Já caminhei sem rumo certo
Certo do que não é eterno
Tendo um mapa em minhas mãos
Desenhado por um cego
O acaso me levou… e fui… sem saber ao certo

Já não sei por onde
Comecei ou terminei no mesmo ponto?
Conjuguei uma verdade sem verbo
Vivendo um presente pretérito
Na busca por um futuro-mais-que-perfeito

O acaso me levou… e fui… sem saber ao certo

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Eu me sinto vivo
Pulso, sangro, respiro
Eu me sinto isso
Duas partes de um meio
Sou uma parte daquilo
Do teu toque que desejo
Eu me acordo e me reviro
Você me coloca ao avesso
Pudor por não pecar
Pecado de não perdoar
Eu me sinto vivo
Vibro, acredito, mastigo
Pedaços facetados
Um terço, um terço, um terço