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Arquivo mensal: dezembro 2011

Não são as rosas malfeitoras por terem espinhos
Não são os caminhos já vividos tortos por teres tropeçado e caído
Não são as coisas ditas vãs se saíram do coração
Não estaremos condenados se acreditares no novo dia
Pois serão perdoados com sorriso sem orgulho
Toda vontade de ver o sol trazer o novo que se vivia
É que aprendi a não mais guardar ou esperar
Até que as mãos se toquem por escolha da vida
Para me fazer entender o porque das verdades feridas
Cruzar com as escolhas e com as marcas destas linhas
Não foi por acaso, se por acaso nos esbarrarmos na mesma esquina

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Eu vejo as estrelas
Sentado em minha janela
Eu lembro as certezas
Da âncora, do mar, da vela
Eu canto de olhos fechados
Sozinho em minha capela
Encontro de versos bonitos
Horas tardes que o tempo leva
Olhando as estrelas sorrindo
Esperando o sol chegar
Desistindo de tudo que não vem
Esperando tudo que quer me levar
Eu vejo as estrelas… e o sol se levantar…