Do Acaso, Do Destino, Dos Caminhos

Não são as rosas malfeitoras por terem espinhos
Não são os caminhos já vividos tortos por teres tropeçado e caído
Não são as coisas ditas vãs se saíram do coração
Não estaremos condenados se acreditares no novo dia
Pois serão perdoados com sorriso sem orgulho
Toda vontade de ver o sol trazer o novo que se vivia
É que aprendi a não mais guardar ou esperar
Até que as mãos se toquem por escolha da vida
Para me fazer entender o porque das verdades feridas
Cruzar com as escolhas e com as marcas destas linhas
Não foi por acaso, se por acaso nos esbarrarmos na mesma esquina

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