arquivo

Arquivo mensal: junho 2013

Eu tenho mil anos nestes olhos castanhos. Tapete que escapa sob os pés. Sem as peças certas de um quebra-cabeças espalhado sobre a mesa da sala. As luzes que um natal cintila para lembrar. Que o tempo abre os braços largos. As estrelas… estão se mudando…

Anúncios

Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água
Gota d’água.
Gota d’água.

Gota d’água.
Gota d’água
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água.
Gota d’água
Gota d’água.

Saber escolher um vinho
Pular as ondas que correram
Estrela no laço que me trouxe
Desejo do meu desejo
Abraço, aperto, chuva de brisa
Um mar, um olhar, a minha mão
O largo braço do que vejo
Bate aqui, no meu peito, sente… o teu coração

Era vitrola sonora e viva. No meu domingo o abraço largo de um caminho. A cortina branca apavorada de brisas. Leva sempre os mesmos passos. Cheios de um sorriso que ninguém viu. E o tempo martela cravos. E an-da-len-to por varais de lençóis e brancuras. E em cada nuvem outro céu. Nos olhos de um senhor que sabe verdades de viver. Olha pros nossos pés ali tão empoeirados. “Vai precisar caminhar pra saber!”

Amalgama
Alma atar
Atados
Ao mago
Ar, lar, mar
Amargo
Ao matar
De sal
Doce paladar
Ao mar gama
Alma do mar
Mar de chama
Chama pra ficar
Amalgama
Ao mar que canta
Há uma gama
De algas e algos
Algo na alma
Ao mastigar
Ama largo
Raso afogar
Clama, lança
Que fica por ficar
Alma gama
Ao mar de lá
Mal de lança
Fere pra curar
Ar nos pulmões
P-a-r-a  a-l-a-r-g-a-r
Amalgama
Amalgar
Há mal
Que quer
Mal sabe
O que é
A-mar
Almagama
Alma ama
Ao matar
Almagama
A, mar, gar