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Arquivo mensal: julho 2015

Nuvens do oeste branco
Dentro de molduras antigas
Caminhava uma noite
Onde cada cadeira dormia
Todo frio que abraça
O silêncio que não muda
Ouço as primeiras notas
Na madrugada de um dia
Ao passar pela sala
Os sonhos de um abajur
Os murmúrios da noite
E o frescor de uma neblina
Quando dormia lembrava
Quando acordava e- -q-u- -c-i-a

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Eram lâmpadas mágicas
Aquelas de um último desejo
Estão meio apagadas
Como foi o nosso último beijo?