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Arquivo mensal: outubro 2017

Não confie em você
Não confie no outro
Não confie muito
Nao confie no olho
Confia em quase nada
Que nada é mesmo tudo
Esse tudo que se deita
Sobre as cinzas de ontem
Sobre o apreço de cada
Eu sei pouco sobre isso
Muito de quase nada
Não acredite no verso
Não se guie por palavra
Deixa cair no precipício
No abismo que não vê
No silêncio que te fala

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